Centro de Oficinas para Mulheres - COM

O Centro de Oficinas para Mulheres - COM tem o objetivo de desenvolver ações de caráter informativo e formativo. Sua missão é formar para uma vida cidadã, capacitar para a autonomia e preparar para o mundo do trabalho. As atividades promovidas buscam contribuir para o desenvolvimento da iniciativa, da criatividade e das habilidades pessoais das mulheres, além de fomentar o empreendedorismo. As ações são desenvolvidas por meio de parcerias com outros órgãos públicos, instituições de ensino superior, organizações não governamentais e voluntárias (os) da sociedade civil em geral, e estão divididas nos seguintes eixos:

Geração de renda: capacitação em áreas como: instalações elétricas, gastronomia, estética, manejo e cultivo de plantas, artesanato, modelagem de roupas, empreendedorismo, entre outros.

Preparação para o mercado de trabalho: cursos e oficinas voltadas à preparação para o mercado de trabalho como: elaboração de currículo; preparação para entrevista de emprego; inclusão digital, conexão e aprendizagem, entre outros.

Bem-estar, saúde e ações educativas: atividades nas áreas: direitos da mulher, saúde e qualidade de vida, autoestima, atividades físicas, automaquiagem, entre outras.

O horário de atendimento é de segunda à sexta-feira, das 12h às 18h.

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Colcha de Retalhos

   Inicialmente associada aos homossexuais masculinos e, depois, ao uso de drogas injetáveis e à prostituição — os chamados grupos de risco, a Aids vem mostrando outras faces. Desde o começo da década 1990, o número de mulheres infectadas pelo vírus HIV no Brasil, como nos demais países em desenvolvimento, aumentou radicalmente, apontando para um processo de feminização da epidemia. Hoje, essa feminização da AIDS aponta para os contextos de exclusão e estigmatização a que as mulheres estão submetidas devido à violência doméstica e sexual. Este contexto inclui estigma e violação dos direitos humanos, não reconhecimento das adolescentes e jovens como sujeitos de direitos, racismo e desigualdades étnico-raciais, pobreza e outras desigualdades socioeconômicas, uso abusivo de drogas, e para o atravessamento das questões socioculturais relacionadas às desigualdades entre os gêneros. 

          Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres de Londrina, em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde e de Assistência Social e a Faculdade Pitágoras de Londrina, desenvolveram o Projeto Colcha de Retalhos

          No ano de 2011, o Projeto foi desenvolvido em parceria com o curso de Psicologia da Faculdade Pitágoras de Londrina. Inicialmente, estagiárias de psicologia foram capacitadas pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres e pela Secretaria Municipal de Saúde sobre questões de gênero e DST/HIV/AIDS. Depois, as estagiárias realizaram, por meio de técnicas participativas, oficinas de sensibilização e conscientização sobre as desigualdades de gênero, Aids e violência, além das questões de vulnerabilidade da mulher à exposição ao vírus HIV.  O resultado das oficinas foi a construção do que lembra partes de uma “colcha de retalhos”, que no final foram reunidas resultando na elaboração de uma cartilha que retratou, em cada pedaço, um tema sobre a trajetória de vida de quem a produziu. O material será utilizado como instrumento para fornecer às mulheres informações sobre a prevenção e o enfrentamento da feminização da AIDS.

          Os objetivos do projeto são: 
               • Contribuir na prevenção e redução da incidência de doenças sexualmente transmissíveis, principalmente a infecção pelo vírus HIV entre as mulheres; 
               • Desenvolver a consciência crítica das vulnerabilidades em que as mulheres estão submetidas;
               • Levar as mulheres a entenderem-se como sujeitos de sua própria história;
               • Consolidar espaços de intervenção preventiva;
               • Produção de material informativo para ações de prevenção com grupos de mulheres.

 

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Concurso de Fotografias

concurso mulher

         O Concurso fotográfico "O Olhar da Mulher sobre Londrina" foi lançado durante a 19ª Semana Municipal da Mulher, em março de 2011. O lançamento ocorreu no Museu de Arte de Londrina, com a presença do prefeito municipal, Barbosa Neto e da secretária Municipal de Políticas para as Mulheres,  Sueli Galhardi. O concurso foi uma parceria entre a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres o Foto Clube de Londrina e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.

          Ao todo, inscreveram-se 47 mulheres, totalizando 140 fotografias, que retrataram o Olhar da Mulher sobre a cidade de Londrina.

          As fotos foram julgadas por uma comissão composta por dois representantes do Foto Clube de Londrina e uma representante do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher. A comissão indicou as 3 fotos premiadas em 1º, 2º e 3ºs lugares, respectivamente e também 6 fotos que receberam Menção Honrosa.

O resultado foi o seguinte:

                    1ª colocada - Acabou, de Olga Leiria.
                    2ª colocada - Londrina 3, de Gina Viviane Mardones Loncomilla
                    3ª colocada - Antigo x Modernidade, de Maria Beatriz Breve Fernandes

As fotos que receberam MENÇÃO HONROSA foram:

                    Acessibilidade Londrina, de Célia Maria da Rocha Marandola
                    Céu e Terra, de Ana Paula Málaga Carreiro
                    Instante de Chuva, de Gisele Christina de Andrade Castro Cabrera
                    Londrinenses, de Valeria Augusta Pellicano
                    Nossas raízes, de Márcia Eléia Manha Mitsi
                    O tempo não para, de Olga Leiria


RESULTADO DO CONCURSO



BAIXAR: Autorização de uso de Imagem
              Ficha de Inscrição           
              Regulamento
            

Dados de atendimento

 

Apresentamos nesta seção dados dos atendimentos realizados pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CAM) e pela Casa Abrigo Canto de Dália (CACD).

 

Importante destacar que para cada mulher que acessa estes serviços, a equipe realiza vários atendimentos, tais como: orientação jurídica, encaminhamentos na área de serviço social e psicologia, auxílio para inserção ou reinserção no mercado de trabalho (inclusão social e produtiva), dentre outros.

 


 

ANO: 2023

 

* Atendimentos CAM

 

NÚMERO DE ATENDIMENTOS
Casos novos  Casos recorrentes* Não se enquadram como violência doméstica e familiar Total de mulheres atendidas
473 147 72 692

 * Caso recorrente é aquele ocorrido após 6 meses a contar da data de desligamento e/ou evasão do serviço

 

Dos 473 casos novos atendidos, a principal queixa relaciona-se à violência psicológica (49,89%), seguida da violência física (44,61%).

Com relação ao âmbito da violência, 89,43% dos casos ocorreram no âmbito da relação conjugal.

No que se refere à idade das mulheres atendidas, a maioria possui entre 26 e 35 anos (32,14%), seguida da faixa etária entre 36 e 45 anos (23,68%).

A região da cidade com maior incidência de casos atendidos foi a Norte (30,23%), seguida pelas regiões Oeste (16,49%) e Sul (16,07%).

Por fim, com relação à raça/etnia, 46,09% das mulheres atendidas se declaram brancas e 38,9%, negras ou pardas.

  

TIPOS DE ATENDIMENTOS ESPECIALIZADOS
Busca ativa Acolhida Psicologia Serviço Social Inclusão social e produtiva Orientação jurídica Total de atendimentos
428 1209 1749 2327 2289 653 8658

 

* Atendimentos CACD

 

NÚMERO DE PESSOAS ACOLHIDAS
Mulheres acolhidas Crianças e adolescentes (dependentes) Total de pessoas acolhidas
98 96 194

 

TIPOS DE ATENDIMENTOS ESPECIALIZADOS
Psicologia Serviço Social Pedagogia Orientação jurídica Total de atendimentos
1997 2744 503 142 5386

 


 

ANO: 2022

 

* Atendimentos CAM

 

NÚMERO DE ATENDIMENTOS
Casos novos  Casos recorrentes* Não se enquadram como violência doméstica e familiar Total de mulheres atendidas
322 96 49 467

 * Caso recorrente é aquele ocorrido após 6 meses a contar da data de desligamento e/ou evasão do serviço

 

Dos 322 casos novos atendidos, a principal queixa relaciona-se à violência física (47,83%), seguida da violência psicológica (45,34%).

Com relação ao âmbito da violência, 87,27% dos casos ocorreram no âmbito da relação conjugal.

No que se refere à idade das mulheres atendidas, a maioria possui entre 26 e 35 anos (27,64%), seguida da faixa etária entre 36 e 45 anos (22,98%).

A região da cidade com maior incidência de casos atendidos foi a Norte (29,50%), seguida pelas regiões Centro (19,88%) e Oeste (14,91%).

Por fim, com relação à raça/etnia, 44,72% das mulheres atendidas se declararam brancas e 38,51%, negras ou pardas.

  

TIPOS DE ATENDIMENTOS ESPECIALIZADOS
Busca ativa Acolhida Psicologia Serviço Social Orientação jurídica Total de atendimentos
286 745 1964 3977 853 7825

 

* Atendimentos CACD

 

NÚMERO DE PESSOAS ACOLHIDAS
Mulheres acolhidas Crianças e adolescentes (dependentes) Total de pessoas acolhidas
69 104 173

 

TIPOS DE ATENDIMENTOS ESPECIALIZADOS
Psicologia Serviço Social Pedagogia Orientação jurídica Atividades coletivas* Total de atendimentos
428 385 675 59 99 1646

 * Atividades coletivas: oficinas, assembleias, etc.